sábado, 10 de outubro de 2009

Novidade!

Noite, negada.

Não que eu ache que todo mundo vá ler, mas, dessa vez, eu quis inovar um pouco e, em vez de um poema, escrever um conto.. que por sinal eu curti muito, além de ter me sentido melhor depois de tê-lo escrito.

Aí vai ele:

" E eu deixava de ser o alvo, para me tornar atirador."
Pensando nisso, sentei-me naquele banco, naquela noite sombria; meu pensamento vagando por todos os lugares possíveis. Vagando pelo trabalho, pela faculdade, por amor... Ah, quão bela estava a lua, tocando-me suavemente com sua luz. A suave brisa deixava-me ansioso, pensando no dia de amanhã. Pensando no futuro incerto que me aguardava.
As folhas das árvores dançavam de acordo com a música ditada pelo vento. Eu ainda não encontrava a razão pela qual eu estava ali, sentado num banco qualquer, naquela noite cheia de estrelas, de mágoas e de dor.
Então começou a amanhecer, nem havia reparado que o tempo que o tempo seguia seu compasso usual. Distraído por pensamentos, mágoas e tristezas, o mundo lá fora havia sumido do meu raio de visão.
O sol tingia o céu negro de vermelho, quebrando o clima sombrio e sumindo com as minhas estrelas. Comecei a ouvir os primeiros pássaros alçando voo. Meu coração se enchia de alegria, como se aquele canto funcionasse como raios de esperança.
Levantei-me e saí daquele lugar, deixando para trás minhas mágoas e arrependimentos, ódios e tristezas, para que ali ficassem confinados, no meu canto, no meu refúgio, mas nunca dentro de mim.


Bom, galera, é isso aí ( como na música da Ana Carolina.. ), espero que, quem teve paciência pra ler, tenha curtido.. Abraços e até a próxima!!!

2 comentários: